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terça-feira, 24 de maio de 2011

Hora do Conto

A história que escolhemos para este período foi a "Princesa de Aljustrel".

Todas as crianças dos nossos jardins vieram assistir e levaram a Princesa com o respectivo anel!

Ora vejam as fotos...

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Histórias lunáticas 2

Esta é uma outra história, ainda mais gira, escrita pelos alunos do 5^A (Ana Margarida, Irina, Pedro, João C., Nuno, Frederico, Evandro), durante as aulas de escrita criativa.
O livrinho realizado fica na B.E.
Boa Leitura!


O FASCÍNIO DO JOÃO PELA LUA
Um noite um menino chamado João estava sentado na praia a olhar o céu.
Felizmente o céu estava estrelado, mas infelizmente a praia estava cheia de lixo.
De repente ele viu uma estrela cadente e pediu um desejo.
Têm de saber que o João era um menino muito inteligente e curioso, desejava muito conhecer a lua e aconteceu que o seu desejo começou a realizar-se.
Todas as estrelas se juntaram e formaram umas escadas mágicas da Terra até a Lua.
O João assim que viu as escadas começou a correr, e num passo de magia, chegou à Lua.
- Lua, nem acredito que aqui estou. Sabias que tenho um grande fascínio por ti? Todas as noites, depois de fazer os trabalhos de casa e antes de ir para a cama, fico sentado no meu quarto a olhar pelo meu telescópio para ti – disse o João à Lua.
- Também estou muito contente por finalmente falar com um humano. Já estava farta de conversar com as estrelas, com o meu amigo sol e às vezes com os planetas – respondeu a Lua a o menino.
- Então como é a tua vida cá em cima?
- É muito chata e monótona, parece-me ser mesmo inútil, não servir para nada. E como é a tua vida ai em baixo, na Terra?
- Eu também não gosto muito dela. Onde eu moro há muita poluição e muito lixo no chão. As pessoas não fazem a reciclagem – disse o João.
- Tens mesmo razão! O fumo de vez em quando também vem cá para cima!
- Será que me podes ajudar a limpar o meu Planeta? – perguntou o João.
- Sim, eu vou ajudar-te porque gosto muito de ti! Sabes…eu tenho um poder mágico que torna o lixo em coisas úteis!
A lua encheu-se de ar e soprou para a Terra e todo o lixo voou até ela como um grande desfile no céu: guarda-chuvas estragados, velhos relógios, sapatos sem par, cadeiras partidas e frigoríficos antigos, roupa fora de moda e brinquedos cheios de pó.
 Quando a Lua ficou cheia de lixo, de repente iluminou-se e pôs em prática o seu poder.
Depois, soprou outra vez para a Terra e assim as coisas voltaram para baixo como novas, limpas, arranjadas e reluzentes.
O menino João regressou à sua casa com um grande sorriso e, todas as noites, continuou a falar com a sua amiga e confidente que ficava no céu, cheia de luz!


Histórias lunáticas 1

Esta é uma história muito gira, escrita pelos alunos do 5^A (Catarina, Jessica P., Jessica M., João L., Alexandre, Filipa, Vanda, Cristiana), durante as aulas de escrita criativa.
O livrinho realizado fica na B.E.
Boa Leitura!
A AVENTURA DO ANTÓNIO E A LUA
Era uma vez um menino chamado António que vivia em Belém.
Uma noite de verão ao ver uma estrela cadente pediu um desejo: - Querida estrela, desejo que a Lua comece a falar! – sussurrou ele.
A estrela, brilhou de orgulho e atendeu o pedido do António.
Infelizmente a Lua já há muito tempo tinha inveja da Terra: ali estavam sempre muitos meninos e meninas a falar e a brincar, havia pessoas que conversavam todo o dia, avós que contavam histórias aos netos e tudo parecia muito engraçado.
Assim a Lua, cheia de inveja, gritou no ar:
- Ordeno que as pessoas da Terra não consigam falar mais e que a partir de hoje andem sob o meu poder!
De repente as palavras das pessoas começaram a voar pelo ar como balões e a Lua recolhia as para pô-las em caixas e garrafas. Assim, ela podia mandar no mundo e ter todas as palavras que precisava para falar.
As pessoas ficaram mudas e utilizavam os gestos e os desenhos para se entender. Entretanto a Lua com isto só se ria. Cada vez que as pessoas falavam as palavras não se ouviam mas saia da boca um “balão pensativo” todo vazio!
O António ficou muito triste, só tinha lágrimas para chorar, pois nunca pensou que a Lua pudesse utilizar as palavras das pessoas para ela falar mais.
A estrela cadente ao ver o menino António tão desesperado, decidiu falar com a Lua e brilhando de coragem, disse-lhe:
- Lua! Volta a dar voz e palavras as pessoas!
- Como?! Agora que consigo falar tão bem? – respondeu a Lua.
- E com quem fala? Comigo? Na Terra mais ninguém conseguem falar nem entre eles, nem contigo: nenhum poeta pode inventar poema para ti, nenhum miudo pode contar te o seus segredos, os namorados não podem perguntar-te nada, e o menino António que queria falar contigo agora mesmo, está a chorar…Não deste-te conta disso?
- E então, como consigo falar com eles se não tenho palavras?
- Tu tens a tua luz e o teu fascínio. Basta olhar!
- A sério?
A lua ficou cheia de vergonha e desapareceu por uma semana.
Depois, ao ver o António a olhar para ela, mudo e choroso, decidiu restituir as palavras às pessoas.
As pessoas começaram de novo a falar, a usar as letras e interrogaram-se olhando para Lua: ela só respondia brilhando mais o escondendo-se entres as nuvens.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

E SE DE REPENTE...

Olá! Somos os alunos do 5ºB e temos uma novidade para vocês:
Uma história que entrou no concurso da revista Visão Júnior e que vai ser ilustrada pelo André Letria.
O titúlo do texto é:

"E SE DE REPENTE...OS LÁPIS E AS BORRACHAS SE ANIMASSEM!"

Era uma vez uns lápis que estavam a ser fabricados no país da Lapizânia.
Durante o tempo que estavam na fábrica, devido a uma tempestade, a máquina avariou-se e deitou um raio em cima deles. Foi por isso que ganharam vida.
Quando os lápis viram o mundo pela primeira vez, acharam que ele estava com cores muito tristes e entre eles decidiram pinta-lo.
Mas os lápis logo começaram a fazer maldades: bigodes nas pessoas, desenhos nas paredes, mudar notas dos testes, desenhar orelhas de burro aos professores, pôr cabelos malucos ás crianças.
Têm de saber que também as borrachas tinham ganho vida e foi assim que um dia os lápis e as borrachas se cruzaram. As borrachas repararam que os lápis tinham um ar de quem fez maldades e disseram:
- Nós vamos apagar tudo o que fizeram de mal!
E os lápis responderam:
- Não vão conseguir! Há muito para apagar!
No início, as borrachas apenas apagavam as coisas piores, mas depois, dia a dia, foram apagando cada vez mais.
Tanto apagaram que o mundo ficou branco!
Os meninos queriam fugir, mas não sabiam para onde ir porque estava tudo branco e vazio. Por acaso repararam numa mancha: eram os lápis todos juntados e temerosos de ser apagados!
Os meninos acharam que não se podia gastar tempo: pediram aos lápis para se unirem às borrachas e assim reconstruir o país da Lapizânia, voltando todos juntos a pintar o mundo.
E assim, o país ficou mais alegre e colorido: a agua era verde, a relva azul, o sol ás cores de chupa-chupas, as nuvens cor-de-rosa de algodão doce. As borrachas apenas apagaram quando os lápis se enganavam.
Dia a dia, os lápis pintaram muito e foram-se gastando. Mas a crianças decidiram usa-los só como amigos e compraram outros materiais.
Então chamaram para o seu mundo os pincéis, aguarelas, marcadores e outros materiais imaginários para tornarem o mundo da Lapizânia muito feliz e colorido!!!